segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

195º CAFÉ FILOSÓFICO_RAPIDINHAS FILOSÓFICAS


Normalmente, num Café Filosófico, procuramos contrariar o turbilhão de ideias e pensamentos que nos invadem no quotidiano e favorecemos a lentidão à velocidade, a profundidade à superfície e o diálogo à mera troca de ideias. Isso é o que fazemos normalmente. Ontem, na FNAC do Gaiashopping, resolvemos fazer precisamente o contrário. Não nos limitamos a um tema, um problema ou uma pergunta mas, durante uma hora percorremos uma bateria de dez perguntas, uma espécie de "rodízio filosófico" ao final da tarde.




O exercício decorreu da seguinte forma. Começou por ser proposta uma pergunta e os participantes eram convidados a reflectir e conversar sobre ela durante aproximadamente cinco minutos. Passado esse curtíssimo espaço de tempo era colocada outra pergunta (não necessariamente com ligação com a anterior)
e o processo repetia-se.



Este encadear rápido e sucessivo de perguntas permitiu-nos ouvir bastantes pontos de vista e argumentos sobre uma série de problemas e perplexidades filosóficas.



Para muitos (incluindo para mim) foi uma experiência filosófica diferente, não fomos capazes de aprofundar verdadeiramente nada, mas por outro lado, contactamos com uma diversidade grande de ideias e vislumbrámos possíveis linhas de investigação que seguramente iremos percorrer no futuro.



As perguntas propostas neste Café Filosófico foram as seguintes:

1 - Os buracos existem?

2 - A Felicidade é uma questão de sorte?

3 - Seria bom viver para sempre?

4 - A morte é um mal?

5 - O mal é subjectivo?

6 - Somos a mesma pessoa a vida toda?

7 - O passado é real?

8 - Devemos sempre agir correctamente?

9 - Matar inocentes é sempre errado?

10 - É racional acreditar em Deus?




1 comentário:

Frederico Rochaferreira disse...

Quero congratular-me com esta bela iniciativa. Este colóquio é fundamental para peneirar o pensamento filosófico.
Formular hipóteses e princípios,eis no que deve consistir vossos trabalhos, para que no futuro os retóricos os exponham, os mestres os ensinem e os professores os transmitam.